O Instituto Brasileiro de Auditoria de Obras Públicas (Ibraop) participou dos debates sobre o papel das instituições de controle diante da crise climática durante o Congresso Internacional Rede de Controle e Pós-COP30. O evento, realizado entre os dias 15 e 17 de abril na sede do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS), reuniu especialistas renomados para discutir estratégias de prevenção, mitigação e logística sustentável.

O Ibraop foi representado por seu Diretor Administrativo e de Comunicação, o auditor de controle externo Fernando Morini (TCM-SP), o que reforça o compromisso da entidade em integrar a auditoria de obras públicas às metas globais de sustentabilidade e aos desafios impostos pela emergência climática.
A programação teve início na quarta-feira (15) com o painel “Diálogo interinstitucional: parcerias da Rede de Controle para prevenção e mitigação das mudanças climáticas, planos de contingência e planos de logística sustentável”. Presidido pela conselheira substituta Letícia Ramos (TCE-RS), o debate sublinhou a necessidade de uma atuação coordenada entre as instituições para enfrentar eventos extremos.
Para o diretor do Ibraop, a sua participação no congresso foi fundamental para alinhar as diretrizes técnicas de auditoria de obras com a nova realidade climática. “O controle externo desempenha um papel crucial na garantia de que as infraestruturas públicas sejam resilientes e que os planos de contingência saiam do papel”, destacou Morini.
Destaques do Evento
A abertura oficial contou com a participação de autoridades como o conselheiro Edson Brum e a coordenadora do congresso, Daniela Zago. Um dos momentos mais aguardados foi a conferência magna de Carlos Nobre, uma das maiores autoridades mundiais no tema. Nobre alertou sobre os “pontos de não retorno” em biomas brasileiros e a urgência de o Brasil atingir emissões líquidas zero até 2040, focando em adaptação e soluções baseadas na natureza.
Durante os três dias de evento, temas como descarbonização, economia circular e o recorte de gênero na vulnerabilidade climática também estiveram no centro das discussões, consolidando o congresso como um marco preparatório para as ações de controle que serão intensificadas após a COP30.
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Fonte: Assessoria de Comunicação do TCE-RS