{"id":66,"date":"2022-08-25T18:00:03","date_gmt":"2022-08-25T21:00:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2022\/?page_id=66"},"modified":"2022-08-25T18:01:25","modified_gmt":"2022-08-25T21:01:25","slug":"sobre-brasilia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2022\/sobre-brasilia\/","title":{"rendered":"Sobre Bras\u00edlia"},"content":{"rendered":"<div id=\"pl-66\"  class=\"panel-layout\" ><div id=\"pg-66-0\"  class=\"panel-grid panel-no-style\" ><div id=\"pgc-66-0-0\"  class=\"panel-grid-cell\" ><div id=\"panel-66-0-0-0\" class=\"so-panel widget widget_sow-editor panel-first-child panel-last-child\" data-index=\"0\" ><div\n\t\t\t\n\t\t\tclass=\"so-widget-sow-editor so-widget-sow-editor-base\"\n\t\t\t\n\t\t><h3 class=\"widget-title\">Sobre Brasilia<\/h3>\n<div class=\"siteorigin-widget-tinymce textwidget\">\n\t<div>Uma s\u00e9rie de atra\u00e7\u00f5es aguarda turistas e brasilienses para descobrirem o que a capital do pa\u00eds tem de melhor. A concep\u00e7\u00e3o da cidade, s\u00edtio moderno considerado Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade pela Unesco, convida a um passeio surpreendente.<\/div>\n<div><\/div>\n<div>Pr\u00e9dios homog\u00eaneos, ruas largas e arborizadas, parques e setores pensados no bem-estar da popula\u00e7\u00e3o e do visitante levam a assinatura dos mestres do urbanismo Lucio Costa e da arquitetura Oscar Niemeyer.\n<\/div>\n<div><b>Roteiro Cultural<br \/>\n<\/b><\/div>\n<div>Os monumentos de Bras\u00edlia s\u00e3o \u00fanicos e dispostos de maneira a formar um museu a c\u00e9u aberto. No interior dos pr\u00e9dios, obras de artistas renomados podem ser visitadas, em hor\u00e1rios espec\u00edficos, sem nenhum custo.<\/p>\n<p>No Pal\u00e1cio do Itamaraty, S\u00e9rgio Camargo, Rubem Valentim, Alfredo Volpi e Bruno Giorgi assinam telas e esculturas famosas. A poucos metros, no Pal\u00e1cio do Planalto (sede da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica), algumas pe\u00e7as foram criadas exclusivamente para o local, como a tape\u00e7aria M\u00fasicos, de Di Cavalcanti, que recebeu a incumb\u00eancia do arquiteto Oscar Niemeyer, autor do projeto do pr\u00e9dio. O Planalto possui, tamb\u00e9m, um rico mobili\u00e1rio, porcelanas da Companhia das \u00cdndias e prataria portuguesa do s\u00e9culo XVIII.<\/p>\n<p>Assim como o Executivo, as sedes do Legislativo e do Judici\u00e1rio tamb\u00e9m abrem as portas para o cidad\u00e3o. No Congresso Nacional, h\u00e1 o projeto Visite o Senado. A vers\u00e3o do Supremo Tribunal Federal se chama Portas Abertas do STF e recebe cerca de 400 visitantes por dia. A oportunidade \u00e9 para conhecer de perto como funcionam os pr\u00e9dios onde s\u00e3o tomadas as mais importantes decis\u00f5es do pa\u00eds. Do lado de fora, a Pra\u00e7a dos Tr\u00eas Poderes proporciona uma vis\u00e3o privilegiada das instala\u00e7\u00f5es da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Acima da Esplanada dos Minist\u00e9rios, a Catedral Metropolitana de Bras\u00edlia, a Torre de TV, o Memorial JK e o Complexo Cultural da Rep\u00fablica completam a arquitetura hist\u00f3rica e cultural da regi\u00e3o central de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p><b>Embaixador de Bras\u00edlia<br \/>\n<\/b><br \/>\nOscar Niemeyer projetou, ao longo de seus 104 anos, in\u00fameras obras em 18 pa\u00edses. Cerca de 80 edifica\u00e7\u00f5es no Distrito Federal trazem sua assinatura \u2013 a primeira delas antes mesmo da inaugura\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia: o Catetinho, erguido em apenas 10 dias, em 1955. A mais recente foi a Torre de TV Digital, entregue ao p\u00fablico no dia 21 de abril, na comemora\u00e7\u00e3o dos 52 anos de funda\u00e7\u00e3o da cidade.<\/p>\n<p>Entre as obras da capital destacam-se os pal\u00e1cios da Alvorada, do Planalto, do Itamaraty e da Justi\u00e7a; os edif\u00edcios-sede do Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justi\u00e7a e tribunais superiores Eleitoral e do Trabalho. O arquiteto projetou a Catedral e os pr\u00e9dios do Conjunto Cultural da Rep\u00fablica, da Esplanada dos Minist\u00e9rios, do Minist\u00e9rio P\u00fablico da Uni\u00e3o, da Ordem dos Advogados do Brasil e do Instituto de Arquitetos do Brasil.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das sedes dos tr\u00eas Poderes federais, s\u00e3o de sua autoria os projetos arquitet\u00f4nicos do Teatro Nacional de Bras\u00edlia, do Cine Bras\u00edlia e da Casa do Cantador. O arquiteto ainda assina o Pante\u00e3o da Liberdade e da Democracia, o Centro Cultural de Taguatinga, a Ponte Costa e Silva, alguns pr\u00e9dios da Universidade de Bras\u00edlia, o Memorial JK e o Aeroporto Internacional de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p><b>Bras\u00edlia em n\u00fameros<br \/>\n<\/b><br \/>\nInaugura\u00e7\u00e3o: 21 de abril de 1960<br \/>\nGent\u00edlico: Brasiliense<br \/>\nPopula\u00e7\u00e3o [2010]: 2.570.160 \u2013 53,72% nascida no DF.Entre os migrantes, 51,4% s\u00e3o da regi\u00e3o nordeste do pa\u00eds<br \/>\n\u00c1rea da unidade territorial [2016]: 5.779,997 km\u00b2<br \/>\n\u00c1rea: 5.780 km\u00b2 \u2013 96,6% urbana e 3,4% rural<br \/>\nDensidade demogr\u00e1fica: 354,3 hab\/km\u00b2<br \/>\nBioma: Cerrado<br \/>\nAltitude: 1.172 m<br \/>\nClima: Tropical, continental de altitude, com duas esta\u00e7\u00f5es bem marcadas: uma chuvosa (de novembro a mar\u00e7o); e outra sem chuvas \u2013 nesta, a umidade relativa do ar costuma ser muito baixa.<br \/>\nTemperatura m\u00e9dia: 18\u00b0C a 25\u00b0C.<br \/>\nUmidade m\u00e9dia relativa do ar: 40 a 70%<br \/>\nSal\u00e1rio m\u00e9dio mensal dos trabalhadores formais [2015]: 5,7 sal\u00e1rios m\u00ednimos<br \/>\nPercentual da popula\u00e7\u00e3o com rendimento nominal mensal per capita de at\u00e9 \u00bd sal\u00e1rio m\u00ednimo [2010]: 30,9 %<br \/>\nRenda per capita (m\u00e9dia mensal): R$ 2.654,00 (IBGE\/PNAD 2012)<br \/>\n\u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,792 (segundo melhor \u00edndice do pa\u00eds)<br \/>\nProduto Interno Bruto (PIB): R$ 99,9 bilh\u00f5es<br \/>\nPIB per capita [2015] 73.971,05 R$<br \/>\nCidade mais populosa: Ceil\u00e2ndia, com 398.374 habitantes<\/p>\n<p><b>Bras\u00edlia, Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade<br \/>\n<\/b><\/p>\n<\/div>\n<div>O tra\u00e7ado original e as belas constru\u00e7\u00f5es idealizadas pela dupla formada pelo urbanista L\u00facio Costa e o arquiteto Oscar Niemeyer fizeram da nova capital da Rep\u00fablica o primeiro bem moderno inscrito pela UNESCO na Lista do Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade, em dezembro de 1987.<\/p>\n<p>Inaugurada em 1960, Bras\u00edlia \u00e9 uma verdadeira obra de arte modernista a c\u00e9u aberto. A cidade, especificamente o Plano Piloto, \u00e9 um exemplo da aplica\u00e7\u00e3o do urbanismo moderno. O tra\u00e7ado original e a organiza\u00e7\u00e3o em quatro escalas \u2013 monumental, residencial, greg\u00e1ria e buc\u00f3lica -, por si s\u00f3, fazem de Bras\u00edlia uma cidade \u00fanica, conferindo-lhe relev\u00e2ncia na milenar hist\u00f3ria do urbanismo. Somam-se a isso as obras de artistas como Bruno Giorgi, Alfredo Ceschiatti, Athos Bulc\u00e3o e Burle Marx, entre outros, que igualmente contribu\u00edram para a beleza da capital.<\/p>\n<p><b>\u00a0O Plano Piloto \u2013\u00a0<\/b>O tra\u00e7ado da nova capital da Rep\u00fablica foi escolhido por meio de concurso p\u00fablico, lan\u00e7ado pelo presidente Juscelino Kubitschek em 1957 e que teve como vencedor L\u00facio Costa.<\/p>\n<\/div>\n<div>Segundo o urbanista, o desenho do Plano Piloto \u00e9 inspirado em um gesto prim\u00e1rio de quem assinala um lugar ou dele toma posse: dois eixos cruzando-se em \u00e2ngulo reto, ou seja, o pr\u00f3prio sinal da Cruz.\n<\/div>\n<div>Os eixos s\u00e3o \u201cabra\u00e7ados\u201d pelo lago artificial do Parano\u00e1, criado com inten\u00e7\u00f5es de corre\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, uma vez que o clima na regi\u00e3o \u00e9 bastante seco e carente de chuvas durante v\u00e1rios meses do ano.<\/p>\n<p>No Eixo Monumental localizam-se as principais constru\u00e7\u00f5es da cidade, idealizadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer, como a Pra\u00e7a dos Tr\u00eas Poderes, a Esplanada dos Minist\u00e9rios, a Catedral Metropolitana e a sede do Governo do Distrito Federal.<\/p>\n<p>Transversalmente, no Eixo Rodovi\u00e1rio, est\u00e3o situadas as Asas Sul e Norte, com superquadras residenciais entremeadas por \u00e1reas comerciais. No cruzamento dos Eixos Monumental e Rodovi\u00e1rio, localiza-se a Plataforma Rodovi\u00e1ria, popularmente conhecida como Rodovi\u00e1ria do Plano Piloto.<\/p>\n<p>Em Bras\u00edlia, as constru\u00e7\u00f5es est\u00e3o distribu\u00eddas por setor de atividade. Assim, h\u00e1 os setores de Divers\u00f5es, Hoteleiro, Comercial, Banc\u00e1rio, de Autarquias, entre outros.<\/p>\n<p><b>Principais Monumentos \u2013\u00a0<\/b>As principais constru\u00e7\u00f5es de Bras\u00edlia est\u00e3o localizadas no Eixo Monumental. Partindo da Plataforma Rodovi\u00e1ria e percorrendo esse Eixo na dire\u00e7\u00e3o leste, avista-se a Catedral Metropolitana, a Esplanada dos Minist\u00e9rios e o Pal\u00e1cio do Itamaraty. Por fim, chega-se \u00e0 Pra\u00e7a dos Tr\u00eas Poderes, onde est\u00e3o as sedes dos governos Executivo (Pal\u00e1cio do Planalto), Legislativo (Congresso Nacional) e Judici\u00e1rio (Supremo Tribunal Federal).<\/p>\n<p>Da Pra\u00e7a dos Tr\u00eas Poderes partem pistas que levam at\u00e9 a resid\u00eancia presidencial, o Pal\u00e1cio da Alvorada, \u00e0s margens do Lago Parano\u00e1. As colunas desse edif\u00edcio se tornaram o s\u00edmbolo da cidade.<\/p>\n<p>Pr\u00f3ximo \u00e0 Plataforma da Rodovi\u00e1ria, do lado norte, est\u00e1 o Teatro Nacional Cl\u00e1udio Santoro, o maior e mais importante de Bras\u00edlia. Projetado por Oscar Niemeyer, tamb\u00e9m conta com trabalho do artista pl\u00e1stico Athos Bulc\u00e3o, que desenhou os blocos em relevo que cobrem a suas fachadas laterais. Do lado sul, fica o Complexo Cultural da Rep\u00fablica, com um museu e uma biblioteca, ambos projetados por Oscar Niemeyer.<\/p>\n<p>Seguindo a oeste pelo Eixo Monumental, desde a Plataforma Rodovi\u00e1ria, chega-se \u00e0 Torre de Televis\u00e3o e, um pouco mais adiante, \u00e0 sede do Governo do Distrito Federal, na Pra\u00e7a do Buriti. Veja a lista completa<\/p>\n<\/div>\n<div><b>Reconhecimento \u2013\u00a0<\/b>O t\u00edtulo de Patrim\u00f4nio Cultural da Humanidade \u00e9 concedido pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Cultura, Ci\u00eancia e Educa\u00e7\u00e3o (UNESCO) a monumentos, edif\u00edcios, trechos urbanos e at\u00e9 ambientes naturais de import\u00e2ncia paisag\u00edstica que tenham valor hist\u00f3rico, est\u00e9tico, arqueol\u00f3gico, cient\u00edfico, etnol\u00f3gico ou antropol\u00f3gico. Com isso, a UNESCO busca n\u00e3o apenas catalogar, mas ajudar na identifica\u00e7\u00e3o, na prote\u00e7\u00e3o e na preserva\u00e7\u00e3o de bens culturais considerados especialmente valiosos para a humanidade.<\/p>\n<p><b>Hist\u00f3ria<\/b><\/p>\n<p><b>Bras\u00edlia: a constru\u00e7\u00e3o de um sonho<\/b><\/p>\n<p>\u201cDeste Planalto Central, desta solid\u00e3o que em breve se transformar\u00e1 em c\u00e9rebro das altas decis\u00f5es nacionais, lan\u00e7o os olhos mais uma vez sobre o amanh\u00e3 do meu pa\u00eds e antevejo esta alvorada com f\u00e9 inquebrant\u00e1vel e uma confian\u00e7a sem limites no seu grande destino\u201d. Juscelino Kubitschek, em 2 de outubro de 1956.<\/p>\n<p>A capital de todos os brasileiros \u00e9 obra de sonhos obstinados e muitos desafios. No dia em que foi inaugurada, 21 de abril de 1960, Bras\u00edlia j\u00e1 era resultado concreto do trabalho intenso e das esperan\u00e7as de milhares de brasileiros de todas as partes do pa\u00eds, que ajudaram a erguer e a habitar a nova capital, constru\u00edda em pleno cerrado, em meio \u00e0 vastid\u00e3o do Planalto Central.<\/p>\n<p>Constru\u00edda em apenas tr\u00eas anos e meio, Bras\u00edlia sintetizou, no esfor\u00e7o feito para que se tornasse uma realidade, um desejo existente desde o s\u00e9culo 18, quando foi gestada a ideia de erguer na regi\u00e3o central do Brasil uma cidade com todos os atributos da capital do ent\u00e3o Imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>No fim do s\u00e9culo 19, logo que promulgada a Rep\u00fablica Federativa do Brasil, em 1889, foi institu\u00edda a miss\u00e3o chefiada pelo astr\u00f4nomo Luiz Cruls. Ap\u00f3s sete meses de trabalho na regi\u00e3o, a chamada Miss\u00e3o Cruls possibilitou a edi\u00e7\u00e3o do primeiro mapa do Brasil, indicando a posi\u00e7\u00e3o da \u00e1rea demarcada para o futuro Distrito Federal com o nome de \u201cQuadril\u00e1tero Cruls\u201d.<\/p>\n<p>Quando o presidente Juscelino Kubitschek toma posse em 1956, uma das principais bandeiras de sua gest\u00e3o foi o desenvolvimento econ\u00f4mico do Brasil, com a instala\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias na regi\u00e3o Sudeste do pa\u00eds e a interioriza\u00e7\u00e3o provocada pela transfer\u00eancia da capital do Rio de Janeiro para o estado de Goi\u00e1s, onde foi criado o novo Distrito Federal.<\/p>\n<p>Os respons\u00e1veis por tornar a cidade mundialmente conhecida foram o arquiteto Oscar Niemeyer e o urbanista Lucio Costa, que tra\u00e7aram a forma da nova capital e de seus principais pr\u00e9dios e monumentos. Ao lado deles, uma verdadeira sele\u00e7\u00e3o de artistas, arte-educadores e intelectuais contribuiu para tornar Bras\u00edlia um local simples e sofisticado ao mesmo tempo, e com alto n\u00edvel de qualidade de vida.<\/p>\n<p>O Plano Piloto da capital, assinado por Lucio Costa, foi dividido em setores espec\u00edficos para cada tipo de uso: residencial, administrativo, comercial, industrial, recreativo, cultural, de embaixadas, entre outros. Para diminuir os problemas de circula\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis, foram eliminados cruzamentos atrav\u00e9s da intersec\u00e7\u00e3o de avenidas em passagens de n\u00edvel.<\/p>\n<p>A arquitetura de Bras\u00edlia foi confiada a Niemeyer, um dos mais originais e brilhantes disc\u00edpulos da est\u00e9tica modernista do franc\u00eas Le Corbusier. O arquiteto j\u00e1 havia trabalhado antes com o presidente Juscelino Kubitschek quando este foi prefeito de Belo Horizonte (Niemeyer projetou em BH a Igreja da Pampulha, outra de suas obras consagradas). Para Bras\u00edlia, buscou a cria\u00e7\u00e3o dos pr\u00e9dios e monumentos com formas claras, leves, simples e livres, sem considerar apenas seu aspecto funcional.<\/p>\n<p>Outras tantas personalidades foram respons\u00e1veis pelo sucesso do empreendimento. Destacam-se a participa\u00e7\u00e3o fundamental na constru\u00e7\u00e3o de Bras\u00edlia de pioneiros como Bernardo Say\u00e3o, Ernesto Silva e Israel Pinheiro, que foi o primeiro governador do Distrito Federal.<\/p>\n<p>Nomes como os de Athos Bulc\u00e3o, Burle Marx, Cl\u00e1udio Santoro, Glenio Bianchetti, Hugo Rodas, Darcy Ribeiro, Nelson Pereira dos Santos, Ferreira Gullar, Wladimir Murtinho, Bruno Giorgi, Alfredo Volpi e Alfredo Ceschiatti tamb\u00e9m ajudaram a formar a identidade cultural e as principais institui\u00e7\u00f5es da nova capital.<\/p>\n<p><b>A Capital hoje \u2013<\/b>\u00a0Bras\u00edlia partiu de um vazio demogr\u00e1fico na d\u00e9cada de 1950 para, em cinco d\u00e9cadas, tornar-se a sexta maior cidade do pa\u00eds, chegando, hoje, a mais de 2,5 milh\u00f5es de habitantes.<\/p>\n<p>Com todas as funcionalidades de uma grande metr\u00f3pole, a capital re\u00fane as representa\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas de mais de 120 pa\u00edses e \u00e9 sede dos Poderes Executivo, Legislativo e Judici\u00e1rio da Na\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sobre a epopeia de construir em t\u00e3o pouco tempo e em condi\u00e7\u00f5es t\u00e3o adversas a nova capital, L\u00facio Costa disse: \"Na verdade, o sonho foi menor do que a realidade. A realidade foi maior, mais bela\u201d.<\/p>\n<p>Bras\u00edlia \u00e9 esta realidade que condiz com a grandeza do pa\u00eds, com a ousadia e coragem de todos que constru\u00edram e continuam a construir a capital do Brasil.<\/p>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><b>FONTE:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.turismo.df.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/www.turismo.df.gov.br&amp;source=gmail&amp;ust=1661535890020000&amp;usg=AOvVaw1eHhZawS3hjEQUGxM4Z-pf\">http:\/\/www.turismo.df.gov.br<\/a><\/b><\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p> [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-66","page","type-page","status-publish","hentry","post"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/66","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2022\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2022\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2022\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/66\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":68,"href":"https:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2022\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/66\/revisions\/68"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ibraop.org.br\/enaop2022\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}